O Governo de Roraima recebeu, nesta quinta-feira, 21, uma comitiva técnica do Ministério da Defesa para o início dos alinhamentos da Operação Rondon 2027, que terá o Estado como sede da 102ª edição do projeto de extensão universitária promovido pelo Governo Federal.
A visita contou com a presença do diretor do Departamento de Projetos Sociais do Ministério da Defesa, general João Alberto Redondo Santana, além de representantes do Exército Brasileiro, do secretário-chefe da Casa Civil, Flamarion Portela, e do chefe da Casa Militar, coronel Francisco Xavier.
Durante a agenda, foram discutidos aspectos técnicos e operacionais da ação, prevista para julho de 2027. A proposta é desenvolver atividades em todos os municípios de Roraima, incluindo comunidades indígenas e ações integradas à Operação Acolhida.
Segundo o general João Alberto Redondo Santana, a edição em Roraima deve ser uma das maiores já realizadas pela plataforma.
“O Projeto Rondon é o maior projeto de extensão universitária do Brasil e, em julho de 2027, realizaremos a 102ª operação em Roraima. A proposta é desenvolver uma operação ampla, com atuação em todos os municípios do Estado, incluindo a capital, além de ações voltadas também aos venezuelanos atendidos pela Operação Acolhida”, afirmou.
De acordo com o Ministério da Defesa, a operação deverá reunir mais de 30 universidades e cerca de 300 rondonistas de diferentes regiões do país.
“É uma ação coordenada pelo Ministério da Defesa, com apoio do Governo do Estado, das prefeituras, instituições de ensino superior e das Forças Armadas, responsáveis pelo suporte logístico. Já percebemos um envolvimento importante do Governo de Roraima na construção dessa operação”, destacou o general.
O chefe da Casa Militar, coronel Francisco Xavier, ressaltou a importância da participação do Estado na organização da iniciativa e o alcance social do projeto.
Segundo ele, as secretarias estaduais já iniciaram os primeiros alinhamentos técnicos com a coordenação nacional do projeto. “O Projeto Rondon desenvolve ações em áreas como saúde, educação, assistência social e cidadania. A atuação prevista contempla tanto a capital quanto o interior e comunidades indígenas, ampliando o alcance das atividades no Estado”, explicou.
Criado em 1967, o Projeto Rondon promove ações de cidadania, desenvolvimento social e integração nacional por meio da atuação voluntária de universitários e professores em comunidades de diferentes regiões do país. O público pode acompanhar as ações do projeto por meio das redes sociais.
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