O Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth promoveu, nesta sexta-feira, 03, uma ação especial inspirada no clima da Copa do Mundo para tornar mais leve a rotina de mães e bebês internados na UTIN (Unidade de Terapia Intensiva Neonatal).
Batizada de Copinha dos Vencedores, a atividade integra as ações do Método Canguru, política pública voltada ao cuidado humanizado de recém-nascidos, especialmente prematuros e de baixo peso.
Durante a programação, as mães confeccionaram lembranças com as cores do Brasil, produziram quadros com a marca do pezinho dos bebês e participaram de momentos de integração, para fortalecer os vínculos familiares e proporcionar acolhimento durante a internação.
A coordenadora do Método Canguru, Márcia Sartor, explicou que as atividades fazem parte do calendário permanente desenvolvido pela equipe e aproveitam datas comemorativas e acontecimentos especiais para envolver as famílias.
“O Método Canguru é uma política pública que visa qualificar o cuidado ao recém-nascido, principalmente de baixo peso e prematuro. Nós desenvolvemos ações durante todo o ano e aproveitamos datas e acontecimentos, como Natal, Páscoa e agora a Copa, para envolver as famílias, deixar o ambiente mais feliz e fortalecer esse vínculo entre mãe e bebê”, explicou.
A coordenadora da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal, Isabela Marques, destacou que o Método Canguru oferece benefícios tanto para o desenvolvimento dos bebês quanto para o bem-estar emocional das mães.
“A rotina da mãe de um bebê prematuro é muito intensa. Essa temática ajuda a mostrar que o bebê já é um campeão, além de funcionar como uma terapia. Elas conversam, compartilham experiências e levam para casa uma lembrança positiva desse período, e não apenas as dificuldades vividas na UTI”, afirmou.
Com a filha internada há cerca de um mês, Jaqueline Souza da Silva participou da atividade e contou que a iniciativa tornou o dia mais leve.
“Minha filha está esperando apenas um pouquinho para ir para casa, mas passamos por uma fase muito difícil e agora já está quase pertinho de ir pra casa. Foi um projeto muito bom porque interagimos, ocupamos um pouco a cabeça e relembramos a infância. Nós participamos com nossos filhos. É a primeira copa da minha filha e isso é muito bom pra ela porque mostramos um pouco da nossa realidade e participar, mostrar o que o nosso Brasil representa pra gente”, ressaltou.
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