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Jogos de Integração da Escola Professora Vanda da Silva chegam à 3ª edição com 1,2 mil estudantes

Programação reúne atividades esportivas e culturais e promove a integração entre 36 turmas, com referências a 18 países.

Jogos de Integração da Escola Professora Vanda da Silva chegam à 3ª edição com 1,2 mil estudantes
SECOM RORAIMA - Elvis Freitas
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A Escola Estadual Professora Vanda da Silva Pinto promove, nesta semana, a terceira edição dos Jogos de Integração Vandinha. A iniciativa reúne cerca de 1,2 mil estudantes em uma programação que combina esporte, cultura e conhecimento. Ao todo, as 36 turmas da escola representam 18 países durante as atividades.

A proposta começou como a Copa Vandinha, inicialmente concentrada em partidas de futebol. Com o passar dos anos, o projeto foi ampliado e passou a incluir modalidades como vôlei, xadrez e queimada, além de ações voltadas à cultura dos países escolhidos pelos estudantes. A mudança deu origem ao formato atual dos Jogos de Integração.

Segundo a coordenadora pedagógica da escola, Nedsmara Santos, a iniciativa vai além da competição esportiva e busca aproximar os alunos no cotidiano escolar.

“O principal objetivo é integrar os alunos, fazer com que eles se conheçam entre as turmas e também conheçam a cultura dos países representados. Eles se conhecem, disputam, conversam e, mesmo com as diferenças, acabam se integrando. Esse é o nosso foco principal”, destacou.

Preparação começa antes dos jogos

Embora a programação aconteça nesta semana, o trabalho começa meses antes. Ainda no primeiro semestre, é realizado o sorteio dos 18 países que serão representados pelas 36 turmas, com a distribuição dos mesmos países entre os turnos da manhã e da tarde.

A partir da definição, cada turma inicia uma etapa de pesquisa e preparação. Os estudantes produzem uniformes e outros materiais relacionados ao país escolhido e contam com o acompanhamento de um professor conselheiro, responsável por orientar o desenvolvimento das atividades.

A pesquisa também amplia o contato dos alunos com diferentes aspectos culturais. Danças, músicas, culinária, crenças, vestimentas e outros elementos são estudados pelas turmas e incorporados à programação.

A proposta é trabalhada de maneira interdisciplinar, aproximando os conteúdos vistos em sala de aula das práticas esportivas e das atividades culturais. Para a gestora escolar Irene Siqueira, o projeto também utiliza o esporte como ferramenta de aprendizagem e convivência.

“Cada professor trabalha o conhecimento da história social e cultural de cada país, reconhecendo o trabalho coletivo e incentivando a prática do esporte com fins educativos, culturais e sociais. Dessa forma, o projeto também contribui para a inclusão social”, explicou.

Convivência para além da competição

Para os próprios estudantes, os jogos também representam uma oportunidade de fortalecer a convivência entre as turmas. A presidente do grêmio estudantil e representante dos alunos, Julia Alves, destaca que a dinâmica das competições cria momentos de aproximação que nem sempre acontecem durante as aulas.

“Esses jogos têm importância tanto no coletivo quanto no espírito esportivo da escola. Dentro da sala, nem todo mundo se dá bem, mas, quando chegam os jogos, as pessoas se juntam e deixam as diferenças de lado. Essa representatividade é importante para a nossa vida no ambiente escolar”, afirmou.

FONTE/CRÉDITOS: SECOM RORAIMA - Frayna Moreira
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