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Roraima ainda registra níveis altos de SRAG, apesar de queda no cenário nacional

stado permanece entre as unidades da federação com níveis elevados de incidência.

Roraima ainda registra níveis altos de SRAG, apesar de queda no cenário nacional
Foto: Agência Fiocruz
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Roraima está entre os 11 estados brasileiros que ainda apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave, a SRAG, em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas. Apesar disso, o cenário nacional aponta para uma tendência de queda dos casos.

Os dados são do novo boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, dia 20. A atualização considera a Semana Epidemiológica 32, que corresponde ao período de 9 a 15 de agosto.

Segundo o levantamento, quase todas as unidades da federação apresentam tendência de queda ou estabilização dos casos de SRAG nas últimas seis semanas. Bahia e Sergipe são os únicos estados que apresentam sinal de crescimento nessa tendência.

Em Roraima, os casos de SRAG provocados pelo vírus sincicial respiratório, o VSR, continuam altos, mesmo diante do sinal de queda observado no país. O Estado também permanece com casos graves de influenza A em níveis altos, embora o boletim indique sinal de queda.

De acordo com a Fiocruz, o período de sazonalidade da influenza A já terminou no país. Mesmo assim, os casos graves provocados pelo vírus continuam altos em Roraima.

Já em relação à Covid-19, todas as unidades da federação apresentam atualmente um patamar baixo de incidência de casos semanais.

No Brasil, foram notificados 137 mil 551 casos de SRAG em 2026. Desse total, 74 mil 214 tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Entre os casos positivos registrados neste ano, 42,2% foram de vírus sincicial respiratório, 30,1% de rinovírus, 18,2% de influenza A, 5,4% de influenza B e 3,9% de Sars-CoV-2, causador da Covid-19.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o vírus sincicial respiratório também foi o mais identificado entre os casos positivos, com 44,6%, seguido pelo rinovírus, com 32,5%.

A Fiocruz reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra casos graves e mortes provocados pelos principais vírus associados à SRAG, como influenza, VSR e Covid-19.

A orientação também é manter as mãos limpas, utilizar máscara em unidades de saúde e em locais muito fechados ou com aglomeração de pessoas e fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado. Quando o isolamento não for possível, a recomendação é sair de casa usando uma boa máscara.

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