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Entre a sala de aula e a maternidade: servidoras vivem dupla missão na rede estadual

Mães que trabalham nas escolas acompanham de perto a formação e o crescimento dos filhos no ambiente escolar.

Entre a sala de aula e a maternidade: servidoras vivem dupla missão na rede estadual
Foto: Ascom/Seed
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Na rede estadual de ensino de Roraima, ser mãe e profissional da educação significa viver diariamente o desafio de equilibrar o cuidado com a família, as responsabilidades da escola e o compromisso de transformar vidas por meio do ensino.

Na Escola Estadual São Vicente de Paula, no bairro São Vicente, em Boa Vista, a professora auxiliar Raimunda Alves conhece bem essa realidade. Ela compartilha os espaços da escola com a filha Suh Ellen Hadassa Alves de Souza. Para ela, a convivência é motivo de gratidão.

“Ser mãe e ser professora, para mim, é um privilégio. Muitas mães não têm essa oportunidade que eu tenho de estar num ambiente de trabalho ao lado de uma pessoa que tanto amo, que é o meu filho”, afirmou.

Raimunda destaca ainda que a proximidade fortalece os laços e permite acompanhar a vida escolar da filha de dentro. “Sou muito grata a Deus por essa oportunidade de acompanhar minha filha na escola, em casa e em todos os ambientes em que eu possa estar ao lado dela. Isso não é um empecilho para mim e nem para ela. É gratificante estar perto de uma pessoa que eu tanto amo”, ressaltou.

Amor dentro e fora da escola

A merendeira Vanessa Almeida trabalha há cinco anos no Colégio Estadual Militarizado Vitória Mota Cruz, no bairro Paraviana, e acompanha de perto o dia a dia do filho Juliano Levi, estudante da 2ª série do ensino médio da unidade.

Para Vanessa, trabalhar no mesmo ambiente em que o filho estuda torna a missão ainda mais especial. “Para mim é muito especial. Eu trabalho com mais amor por poder dar o melhor para o meu filho, não somente para ele, mas também para os outros alunos. Então, por ele, eu faço melhor”, destacou.

Ela explica que, dentro da escola, os papéis se separam, mas o afeto permanece. “Aqui na escola não é como mãe e filho, mas como aluno e servidora, olhando sempre com amor. Quando pergunto se ele quer mais um pouquinho da merenda e ele responde que sim, eu acredito que está bom para todos os alunos também”, afirmou.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Secom Roraima | Layse Menezes e Mágida Azulay Kathab
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