Representantes da Secult (Secretaria de Cultura e Turismo de Roraima), do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em Roraima e do Conselho Estadual de Cultura participaram, entre os dias 3 e 6 de março, do 1º Fórum do Sistema Nacional de Patrimônio Cultural, realizado em Brasília (DF).
O evento reuniu gestores públicos, representantes da sociedade civil, detentores de bens culturais e instituições parceiras de todo o país para debater, pactuar e construir coletivamente diretrizes para a política nacional de preservação do patrimônio cultural.
O fórum foi concebido como um espaço estratégico de diálogo entre União, estados, municípios e sociedade civil, reconhecendo o patrimônio cultural como um elemento fundamental para a identidade nacional, além de vetor de desenvolvimento sustentável, inovação e bem-viver.
Durante a programação, os participantes discutiram instrumentos de gestão do patrimônio cultural e contribuíram para a elaboração do PNSPC (Plano Nacional Setorial de Patrimônio Cultural), documento que deverá orientar as políticas públicas de preservação no país.
O secretário de Cultura e Turismo de Roraima, Alex Ferreira, destacou a importância da participação do Estado no processo de construção das diretrizes nacionais.
“O fórum representa um marco importante para a pactuação de um documento que deverá nortear as políticas de preservação do patrimônio cultural brasileiro. Trata-se de um processo fundamental para fortalecer a gestão pública e garantir que o patrimônio histórico, material e imaterial, seja preservado para as futuras gerações”, afirmou.
Durante a agenda em Brasília, o secretário também participou de reunião com representantes do Iphan para tratar de diretrizes relacionadas à preservação do patrimônio histórico em Roraima.
Segundo Ferreira, o encontro buscou alinhar entendimentos institucionais sobre competências e responsabilidades na proteção de bens culturais, incluindo sítios arqueológicos e patrimônios materiais.
“Fomos buscar um alinhamento para que possamos caminhar de mãos dadas com o Iphan e superar alguns gargalos, garantindo segurança jurídica e fortalecendo as ações de preservação do patrimônio histórico e cultural de Roraima”, ressaltou.
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