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Dia do Repórter: confira como nossa equipe se descobriu na profissão

Histórias diferentes revelam como nasceu a vocação para comunicar.

Dia do Repórter: confira como nossa equipe se descobriu na profissão
Gabriel Mello, Kayla Silva, Luana de Oliveira e Lauany Gonçalves - Foto: Lucas Rossetti
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Hoje, 16 de fevereiro, é celebrado o Dia do Repórter. A data reconhece os profissionais que estão diariamente nas ruas, ouvindo histórias, apurando informações e transformando fatos em notícia. Mais do que transmitir acontecimentos, o repórter é responsável por dar voz à sociedade e aproximar a informação da população.

Mas antes do microfone, das pautas e da rotina intensa da reportagem, cada um viveu um momento decisivo: o instante em que percebeu que comunicar seria mais que uma profissão. A pergunta feita à equipe foi a mesma: como você se descobriu repórter?

Para alguns, essa descoberta começou ainda na infância, em meio aos bastidores da notícia. Foi assim com Gabriel Mello, que cresceu acompanhando de perto o dia a dia do jornalismo.

“Meu pai era jornalista e eu crescia nas ilhas de edição, nas ilhas de redação, e aquilo ficou muito familiar para mim. Quando cheguei à fase adulta e me perguntei ‘o que eu vou fazer da vida?’, o jornalismo já estava ali. Eu segui os passos do meu pai e, dentro da profissão, me descobri completamente apaixonado pela comunicação e pela forma de levar a notícia”, conta.

Outras trajetórias mostram que nem sempre o plano inicial é permanecer nos bastidores. Às vezes, a oportunidade revela uma nova vocação. Foi o que aconteceu com Luana de Oliveira.

“Na verdade, eu nunca me imaginei repórter. Eu sempre gostei muito da parte de produção, dos bastidores. Mas quando entrei aqui na rádio surgiu a oportunidade, eu acabei gostando e hoje sou repórter”, relata.

Há também histórias em que o jornalismo nasce como missão e propósito. Para Kayla Silva, a comunicação surgiu ainda na vivência na igreja, como forma de servir.

“Eu me encontrei na comunicação através da igreja, participando da Pastoral da Comunicação e de núcleos de comunicação na Diocese. Foi ali que me apaixonei pela fotografia e pela criação de conteúdos e decidi fazer jornalismo. Descobri na rádio um espaço onde posso evangelizar através da minha profissão. Ser repórter é estar perto das pessoas e comunicar com propósito”, destaca.

E há aqueles que descobriram o caminho ao longo da própria formação. A repórter Lauany Gonçalves encontrou na prática a certeza que ainda buscava no início da graduação.

“Quando entrei na faculdade de jornalismo não sabia de fato se aquilo era para mim. Foi ali, pelo segundo semestre, nas experiências em televisão e rádio, que descobri que era a escolha certa. Desde o início sempre tive um apreço muito grande por reportagem. Amo contar histórias, ouvir pessoas e dar voz, de alguma forma, a quem precisa ser ouvido”, afirma.

Histórias diferentes, escolhas construídas no tempo e um mesmo compromisso: comunicar com responsabilidade, sensibilidade e verdade. Hoje, no Dia do Repórter, a data também é um convite para valorizar quem transforma fatos em informação todos os dias, e, acima de tudo, quem escolheu fazer da escuta e da palavra uma missão.

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