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Dom Evaristo Spengler: “A vida religiosa é esse testemunho de Jesus Cristo”

Irmã Maria Ângela, Padre Paco e irmã Ângela Maria partilham o chamado à vida consagrada

Dom Evaristo Spengler: “A vida religiosa é esse testemunho de Jesus Cristo”
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A Igreja celebra, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, a Festa da Apresentação do Senhor e o Dia Mundial da Vida Religiosa Consagrada, recordando o valor e a missão de homens e mulheres que dedicam suas vidas ao serviço de Deus e do povo.

A data destaca a beleza da vocação consagrada, vivida a partir dos votos de pobreza, castidade e obediência, como testemunho de esperança, fé e compromisso com o Reino de Deus.

O bispo da diocese, Dom Evaristo Spengler ressalta que a vida religiosa é testemunho de Jesus Cristo nos diversos carismas

“Nesses vários carismas, a partir de um fundador ou de uma fundadora, que sempre aponta para Jesus no mundo e para o Reino definitivo, para o qual todo cristão deseja ser conduzido. Em nossa Amazônia, temos um belíssimo testemunho de evangelização por meio da vida religiosa.”

Segundo mensagem divulgada pela Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) - Regional Manaus (AM e RR), a vida religiosa continua sendo um dom precioso para a Igreja e para a sociedade, especialmente em tempos de desafios, nos quais a coragem de responder ao chamado de Deus se torna um sinal vivo de esperança.

Vida Religiosa em Roraima

Na Diocese de Roraima, atuam atualmente 27 Ordens, Congregações e Institutos Religiosos. Muitas dessas presenças estão nas missões indígenas, nos municípios do interior, nas comunidades ribeirinhas, no trabalho junto aos migrantes, além da participação ativa nas equipes de pastorais da diocese.

A coordenadora da CRB-RR, irmã Maria Ângela, atua em Roraima há dois anos. Ela fala sobre sua admiração pela vida religiosa e deixa uma mensagem aos missionários que atuam em Roraima.

“A minha vocação começou a partir da admiração por um grupo de mulheres que viviam diariamente a serviço dos outros. Esse jeito de viver seduziu o meu coração. A partir dessa experiência muito profunda, estou aqui. Gostei e desejei viver do mesmo jeito. Se eu voltasse a ter 22 anos e pudesse viver aquela mesma experiência, escolheria novamente essa vida. Um abraço a todos e um desejo de uma feliz vida, vocação e missão a todos os meus irmãos e irmãs consagrados na vida religiosa."

Já o padre Francisco de Assis, conhecido com Padre Paco, missionário jesuíta, destaca sua vocação como um chamado a servir.

“Eu não me sinto mais do que qualquer cristão ou cristã; é apenas uma maneira concreta de seguir Jesus. Desde jovem, quando tinha 17 anos, senti que Ele me chamava a fazer algo pelos outros, especialmente pelos mais pobres e pelos doentes. Cheguei até a pensar em estudar Medicina, com a ideia de trabalhar alguns anos gratuitamente para ajudar as pessoas. Depois refleti melhor e me perguntei se Jesus não me chamava a dedicar toda a minha vida ao serviço dos outros, em vez de formar uma família ou cuidar apenas da minha própria família, consagrando, assim, a minha vida ao serviço do próximo.”

Quem também partilha sobre sua experiência vocacional é a irmã Ângela Maria, Missionária Salesiana, que ressalta sua vocação enraizada nos valores familiares.

“Fui educada em uma família muito cristã, com uma convivência familiar bonita, marcada por um compromisso sério com o trabalho, com a comunidade e com a Igreja, além da ajuda mútua entre as famílias. Esses foram valores cristãos que recebi em casa. Quando saí de casa, já trazia, por causa da minha experiência de Igreja e de comunidade, o desejo de ser missionária”

 

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