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Rio Branco ultrapassa cota de alerta e Defesa Civil reforça monitoramento em Boa Vista

Equipes estão em prontidão para atender possíveis ocorrências e remoções de famílias

Rio Branco ultrapassa cota de alerta e Defesa Civil reforça monitoramento em Boa Vista
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Com o aumento do volume das chuvas nos últimos dias, o Rio Branco ultrapassou a cota de 8 m e atingiu 8,14 metros nesta segunda-feira, 1º, conforme dados da Agência Nacional de Águas (ANA). O nível já é considerado de alerta para a Defesa Civil Municipal, que segue monitorando as áreas mais vulneráveis em Boa Vista.

As equipes permanecem de prontidão para atender ocorrências e fazer possíveis remoções de famílias que vivem em áreas de risco. Na semana passada, uma família que residia em área vulnerável à cheia do Rio Cauamé, entre os bairros Caranã e Cauamé, foi removida de forma rápida e humanizada após acionar a Central 156.

“O cenário é resultado das chuvas intensas registradas nas últimas semanas, que deixaram o solo saturado devido à elevação do lençol freático, dificultando o escoamento das águas e aumentando os riscos de alagamentos e inundações. Para se ter uma ideia, o nível máximo registrado pelo Rio Branco em 2025 foi de 8,22 metros, também no mês de junho”, disse o comandante da Defesa Civil Municipal, Jander Cleyton de Medeiros.

Defesa Civil mantém monitoramento contínuo

As equipes seguem em campo com ações preventivas, monitoramento constante e orientação à população na área urbana, zona rural e comunidades indígenas. O trabalho é reforçado por pluviômetros instalados nos bairros Jardim Caranã, Paraviana, São Vicente, 13 de Setembro e Jardim Olímpico, que fornecem dados em tempo real para apoiar as ações de prevenção e resposta da Prefeitura de Boa Vista.

“Orientamos que moradores de áreas próximas a rios, igarapés e locais afetados por alagamentos permaneçam atentos aos alertas e sinais de risco. Em caso de emergência ou necessidade de apoio, a população deve acionar imediatamente a Central 156”, destacou o comandante.

FONTE/CRÉDITOS: Por Ráyra Fernandes e Wandilson Prata - SEMUC
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