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Prefeitura inicia entrega de 76 toneladas de alimentos da agricultura familiar a instituições sociais

Macaxeira, abóbora, melancia, melão, banana, limão, tomate, couve, alface, feijão-verde, maxixe e batata-doce estão entre os produtos disponibilizados

Prefeitura inicia entrega de 76 toneladas de alimentos da agricultura familiar a instituições sociais
Foto divulgação: Semuc
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Nesta quarta-feira, 28, a Prefeitura de Boa Vista iniciou a entrega de produtos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), política pública voltada para apoiar a agricultura familiar e acesso à alimentação de qualidade para pessoas em situação de vulnerabilidade. Esse processo ocorre até o fim do mês de maio, na sede da Secretaria de Agricultura e Assuntos Indígenas (SMAAI).

Cerca de 76 toneladas de alimentos serão entregues, sempre as quartas e quintas-feiras, até o fim da etapa atual, beneficiando oito instituições assistenciais que atuam em Boa Vista. Ao todo, 167 famílias produtoras estão cadastradas no programa para  fornecerem produtos, gerando renda no campo. De acordo com o secretário de Agricultura e Assuntos Indígenas, Cezar Riva, esse é mais um canal de venda para o agricultor.

“O produtor costuma comercializar tradicionalmente em feiras, supermercados e para a merenda escolar. No PAA, ele encontra mais uma oportunidade de escoar a produção, podendo vender até 15 mil reais, recebendo o valor pontualmente por esses produtos entregues. Ao mesmo tempo é de suma importância a execução deste programa, porque todos esses alimentos são doados para instituições, beneficiando centenas de pessoas com alimentação de qualidade e alto valor nutricional”, disse.

Macaxeira, abóbora, melancia, melão, banana, limão, tomate, couve, alface, feijão-verde, maxixe e batata-doce estão entre os produtos entregues pelos agricultores da capital. Para o diretor financeiro da Associação de Bem com a Vida, José Oliveira, os alimentos adquiridos promovem segurança alimentar, além de contribuir com o tratamento de pessoas com sorologia positiva para o vírus HIV.

“Nosso trabalho é voluntário e acolhemos pessoas carentes que testaram positivo para o HIV. Esse alimento que recebemos é entregue para essas famílias e funciona como solidificação do tratamento que esses pacientes fazem, pois, um corpo bem nutrido tem forças para combater o vírus, além de elevar a autoestima desse público. Temos 26 anos de atuação em Roraima e hoje trabalhamos com cerca de 153 famílias”, destacou.

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